Tratamentos para Refluxo Gastroesofágico

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Tratamentos para Refluxo Gastroesofágico

Gastrite Você Sabia que tem Cura,Veja Aqui tratamentos para Refluxo Gastroesofágico Sintomas de Gastrite e Acabar com a dor no Estomago a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) pode causar azia, irritar o esôfago, entre outros sintomas. Conheça as causas e os Sintomas para os tratamentos para  refluxo Gastroesofágo.

Tratamentos para Refluxo Gastroesofágico

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Tratamentos para Refluxo Gastroesofágico e acabe com a dor no Estômago.

O estômago, nos humanos, é um órgão digestivo em forma de bolsa, situado entre o esôfago e o duodeno. Encontra-se situado por debaixo do diafragma, no lado esquerdo do abdómen. Apresenta duas comunicações: uma superior chamada cárdia, que o comunica ao esôfago e outra inferior, chamada piloro, que o comunica ao intestino delgado. O estômago tem duas classificações, uma cirúrgica e uma anatômica, em sua classificação cirúrgica ele é subdividido em cárdia, fundo, corpo, antro, piloro, curvatura menor, curvatura maior, face anterior e face posterior. O estômago em sua classificação anatômica é dividido em uma porção vertical chamada trituradora, e uma porção horizontal chamada evacuadora.

É no interior do estômago que se encontram as glândulas gástricas que produzem o suco gástrico. No estômago, o suco gástrico é envolvido nos alimentos em digestão, através dos movimentos peristálticos, e o bolo alimentar é transformado em quimo. Inicia-se aí a digestão das proteínas, pois esse suco contém muitas enzimas, dentre essas está a pepsina, que é responsável pela digestão das proteínas.

O adjetivo gástrico refere-se ao estômago. Assim, a retirada cirúrgica do estômago ou parte dele chama-se gastrectomia. A colocação de tubos no estômago através do abdômen chama-se gastrostomia. A modificação do estômago chama-se gastroplastia.

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Tratamentos para refluxo gastroesofágico

Tratamentos para Refluxo Gastroesofágico

Tratamentos para Refluxo Gastroesofágico

Os tratamentos para  refluxo gastroesofágico (DRGE) envolve uma abordagem gradual. Os objetivos são controlar os sintomas, curar a esofagite e prevenir a esofagite recorrente ou outras complicações.

Os tratamento para refluxo gastroesofágico baseia-se na (1) modificação do estilo de vida e (2) controle da secreção de ácido gástrico por meio de terapia médica com antiácidos ou IBP ou tratamento cirúrgico com cirurgia corretiva anti-refluxo. [1, 2, 3, 4, 5, 6]
Aproximadamente 80% dos pacientes têm uma forma recorrente mas não progressiva de DRGE que é controlada com medicamentos.

Identificar os 20% dos pacientes que têm uma forma progressiva da doença é importante, pois podem desenvolver complicações graves, como estenoses ou esôfago de Barrett. Para os doentes que desenvolvem complicações, o tratamento cirúrgico deve ser considerado numa fase anterior para evitar as sequelas da doença que podem ter consequências graves. (Ver Terapia Cirúrgica.)

O uso de uma ferramenta de gerenciamento de pacientes, como o Questionário GERD auto-administrado (GerdQ) para estratificar os pacientes, pode melhorar o tratamento de pacientes com DRGE em ambientes de atenção primária. [28]

Quando uma pessoa come, a comida passa da garganta para o estômago através do esôfago. Uma vez que a comida está no estômago, um anel de fibras musculares impede que o alimento se mova para trás, em direção ao esôfago. Essas fibras musculares são chamadas de esfíncter esofágico inferior (EEI).

Se o esfíncter não fechar bem, tudo o que a pessoa comeu, bebeu e até mesmo o suco gástrico usado na digestão pode vazar de volta para o esôfago. Isso é chamado de refluxo gastroesofágico. Esse refluxo pode causar irritação na parede do esôfago, gerando os sintomas característicos da doença do refluxo gastroesofágico.

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Tratamentos para Refluxo Gastroesofágico

Tratamentos para Refluxo Gastroesofágico

Alguns fatores são considerados de risco, pois aumentam as chances de uma pessoa apresentar a doença do refluxo gastroesofágico:

  • Obesidade
  • Gravidez
  • Hérnia de Hiato, em que parte do estômago se move acima do diafragma
  • Tabagismo
  • Ressecamento bucal
  • Asma
  • Diabetes
  • Atraso no esvaziamento do estômago
  • Esclerodermia e outros distúrbios do tecido conjuntivo
  • Síndrome de Zollinger-Ellison, em que o estômago produz mais ácido clorídrico que o normal.

A alimentação também está diretamente relacionada à ocorrência da doença. Chocolate, pimenta, frituras, café e bebidas alcóolicas estão entre os itens que, se consumidos em excesso, podem contribuir para o refluxo.

1) Síndromes esofágicas

Os sintomas mais comuns são: azia, regurgitação, dor à deglutição e dores no tórax. Salivação excessiva e náuseas são menos frequentes.

Há quatro condições associadas: esofagite de refluxo com erosão e necrose da mucosa de revestimento logo acima da junção com o estômago; estreitamento esofágico causado pela inflamação; esôfago de Barrett caracterizado por alterações nas células da porção terminal do órgão; e adenocarcinoma.

2) Síndromes extraesofágicas

a) Tosse crônica e laringite acompanhada de rouquidão e pigarro persistente, geralmente associada ao uso excessivo da voz, a irritantes ambientais e ao cigarro;

b) Asma (como um cofator nos casos de difícil controle das crises);

c) Erosão do esmalte dos dentes causada pelo conteúdo gástrico ao refluir até a boca.

Paradoxalmente, cerca de dois terços das pessoas que se queixam de refluxo, não apresentam nenhuma esofagite à endoscopia. Por essa razão, quando os sintomas são típicos e a resposta ao tratamento é rápida, não há necessidade de realizar endoscopias nem outros exames. No entanto, a maioria dos médicos opta pelo exame endoscópico para afastar as possibilidades de estreitamento esofágico, câncer ou esôfago de Barrett, condição que predispõe à malignização.

Em casos selecionados, exames mais complexos permitem avaliar a motilidade gástrica, quantificar a exposição do esôfago ao ácido e relacionar os sintomas com a periodicidade dos refluxos.

O tratamento envolve:

1) Dieta alimentar

Evitar frutas cítricas, tomates, cebolas, bebidas gasosas ou com cafeína, comidas apimentadas, gordurosas ou fritas, chocolate, café e chá.

2) Mudanças no estilo de vida

* Parar de fumar;

* Se houver sobrepeso ou obesidade, emagrecer;

* Reduzir o consumo de álcool (especialmente vinho tinto à noite);

* Evitar refeições copiosas, e só ir para a cama duas ou três horas depois da alimentação. Não deitar depois das refeições;

* Nos casos em que os refluxos acontecem à noite, elevar a cabeceira da cama;

* Não usar roupas nem cintos apertados.

3) Medicamentos

 Reduzir a acidez do suco gástrico melhora os sintomas e facilita a regeneração dos tecidos lesados pela inflamação.

Tratamentos para Refluxo Gastroesofágico

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Existem dois grupos de medicamentos usados com essa finalidade: os inibidores da bomba de prótons (omeprazol, pantoprazol, lanzoprazol, esomeprazol e outros) e os antagonistas do receptor H2
(cimetidina, ranitidina, famotidina e outros).

Os estudos mostram que os inibidores da bomba de prótons são mais eficazes tanto na cura das esofagites e quanto no controle dos sintomas.

A duração do tratamento é extremamente variável. Como os sintomas refluxo tendem a tornar-se crônicos, o uso prolongado é indicado em parte significante dos casos. Um estudo documentou boa eficácia e segurança dos inibidores da bomba de prótons por períodos de até 11 anos.

Os riscos potenciais do uso prolongado são má absorção de nutrientes, pequenos aumentos do número de fraturas ósseas depois dos 50 anos de idade (má absorção de cálcio) e de gastroenterites.

Antiácidos podem ser úteis nas crises de azia que surgem apesar da medicação.

4) Cirurgia

A cirurgia clássica (fundoplicação de Nissen) é feita por laparoscopia. Nela, a parte alta do estômago é suturada ao redor da porção distal do esôfago com o objetivo de criar uma barreira anti-refluxo.

Depois de um período eufórico nos anos 90, as indicações cirúrgicas se tornaram mais restritas, porque a eficácia é maior na cura da esofagite do que no controle dos sintomas. Avaliados depois de 10 anos, cerca de 60% dos operados voltam a tomar medicação.

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Tratamentos para Refluxo Gastroesofágico

 

O estômago repousa entre o esôfago e o duodeno (a primeira porção do intestino delgado). Ele está no lado esquerdo da cavidade abdominal. O topo do estômago (conhecido como fundo) repousa contra o diafragma. Abaixo do estômago se encontra o pâncreas e o omento maior, que se pendura na “curvatura maior”.

Duas valvas de músculo liso, ou esfíncteres, mantêm os conteúdos do estômago em seu interior. Elas são chamadas de esfíncter esofágico ou cardíaco dividindo-o acima, e o esfíncter pilórico separando o estômago do intestino delgado.

Em humanos, o estômago tem um volume de cerca de 50 mL quando vazio. Depois de uma refeição, ele geralmente se expande para suportar cerca de 1 litro de comida,[3]mas ele pode expandir até 4 L de fato.

Porções[editar | editar código-fonte]

O estômago é dividido em quatro porções, cada uma com diferentes células e funções. Suas porções são:

CARDIA transição entre o esôfago e o estômago.
Fundo formado pela curvatura superior do órgão.
Corpo região situada entre o antro pilórico e o fundo.
Piloro ou antro a porção inferior do órgão que facilita o transporte dos alimentos digerido em direção ao intestino delgado.

Vasos[editar | editar código-fonte]

A artéria gástrica esquerda se anastomosa com a artéria gástrica direita formando assim o Arco Arterial da Curvatura Menor do Estômago. A artéria gastroepiplóica esquerda, assim como na curvatura menor, se anastomosa com a Artéria Gastroepiplóica Direita formando o Arco Arterial da Curvatura Maior do Estômago.

Elas vascularizam a camada muscular, se ramificam na camada submucosa e são finalmente distribuidas para a membrana mucosa.

  • Veias: As veias que drenam o estômago são paralelas as artérias, sendo que as veias gástricas esquerda e direita irão drenar diretamente para a veia porta hepática, enquanto as veias gastr-omental esquerda e direita junto as veias gástricas curtas drenam inicialmente para as veias esplênicas que ao unir a veia mesentérica superior desembocará na veia porta do fígado[4]

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marcelo

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